Meus amores, sei q estou na falta…. Mas é o fim do semestre, um fim de semana sem net e início de semana com lesão no ombro… Bom, né?
Mas hj ainda apareço por aqui.
Beijo!
D.
Meus amores, sei q estou na falta…. Mas é o fim do semestre, um fim de semana sem net e início de semana com lesão no ombro… Bom, né?
Mas hj ainda apareço por aqui.
Beijo!
D.
Fala meu povo! Fim de semestre, a chapa tá quente. Mas vamos lá…
Tenho pensado há um tempo sobre o tema lá do título. Lendo aqui e acolá e pensando no meu umbigo, encasquetei com a pergunta: será que não exageramos na dose destilada contra o sexo oposto? Será que boa parte do que reclamamos sobre nossas experiências e sobre nossas impressões sobre o mundo não se devem muito mais às escolhas que fazemos ou deixamos de fazer do que à eterna guerra dos sexos?
Tá, tá. As mulheres estão cada vez mais vacas, os homens cada vez mais acéfalo: concordo com isso tudo. Mas deve ter – TEM QUE TER – uns bichos mais maneiros por aí. Tanto no time dos que têm torneirinha quanto no time dos que vêm rasgadinho, não é possível…
Me parece que além da falta de opção do mercado, quando resolvemos escolher, mandamos mal… Acho que escolhemos nossos caminhos com olhos muito românticos, acreditando na falácia de que “no final tudo dá certo”. Por conta disso, no tal final das contas, nos queixamos de nossos empregos, de nossos relacionamentos, de nossa vida. Não, “parceiro”, no final não necessariamente as coisas terminam bem. Para terminarem bem, vc precisa de muito trabalho, um bocado de suor e bastante realismo. E acho que todos eles têm andado meio em falta, ultimamente. Sobretudo o último.
Nos nossos relacionamentos, acumulamos dezenas de exemplos de que nossa parceira É uma vaca, mas preferimos não ver o fato que salta aos nossos olhos… Ou preferimos acreditar que ela vai mudar. Provavelmente não, zé mané: ela não vai mudar. Nem ele, aquele perfeito exemplar de “filhote de cruz credo com escova de dente”, vai passar a ser gente boa no futuro. Pelo menos não necessariamente. E normalmente a vida nos diz isso, nós que nos recusamos a ver.
Vi muitos relatos nos últimos comentários que tb podiam ser vistos por esse prisma. Repliquei alguns, outros não. Preferi ter certeza do que queria dizer antes de levantar a lebre.
O tema “escolhas” levanta zilhares de questões complexas: que erros podem ser perdoados e que erros te dizem que vc escolheu MAL e já deve considerar escolher OUTRA opção? Será que depende do contexto? Ou será que contextualizamos para nos mantermos no tal mundo cor de rosa onde “tudo/todos merece(m) uma segunda chance”?
Sei não. Do verbo “não faço a MENOR idéia”. Pq além das escolhas e dos erros, o destino final desse post é outra enorme questão, pelo menos na MINHA vida: “e se”?
E se eu tivesse ido por outro caminho, tivesse escolhido outra pessoa, tivesse feito outra coisa?
Complicado, né?
Ps.: Sim, zebra energúmena: tb estou falando pra mim mesmo. Frequentemente olho mais para meu umbigo do que para os dos outros.
Ok, ok.
Eu JURO que vou trabalhar meu poder de síntese para os próximos posts.
hehehehe
Ainda bem que não tenho editor, né?
Boa noite! Blogueiro mais feliz que pinto no lixo. Ao invés de ficar triste com a “mudança” de assunto nos comentários que rolaram pelo último post, fico MEGA feliz.
Disse em algum momento que o melhor que um blog – qualquer blog – são os comentários. Se alguém duvida, é só dar uma conferidinha. Sou coadjuvante, assumido e feliz. Vcs são as estrelas, aqui =o))))
Ao invés da “réplica” cada comentário, como usual, vou sintetizar não uma “réplica”, mas meia dúzia de devaneios.
Eu confesso que fiquei mais feliz que pinto no lixo com o comentário que a Lilica puxou e virou debate. Eu sempre fui considerado feminista e confesso que até gostava da alcunha, até descobrir que isso estava começando a me cheirar a burrice. O feminismo estava mais machista que qualquer machismo que eu conhecia e isso começou a me incomodar. Ver esse questionamento de “supostos direitos” puxado por uma mulher é um alívio e tanto…
Como eu disse em outros momentos, a mulher “moderna” luta não mais para conquistar os mesmos direitos que o homem, mas para se tornar um homem. E eu acho isso particularmente estranho, considerando que o homem que ela quer se tornar não é o “modelo de homem” idealizado pela mulher, mas o mesmo homem “desprezível” que ela passou anos criticando.
Nessa revolução de gêneros, que se transformou também (compreensivelmente) numa revolução sexual, a mulher não cedeu papéis em troca de outros com o homem: ela adquiriu uma super jornada. Ela antes TINHA que ser a dona de casa e mãe. Sem escolha. Ela agora TEM que ser “business woman” (editoriais dessas revistas sempre são em inglês – tosco), mãe, mulher super-orgásmica, sarada E disponível.
Esqueceram do detalhe de que a maternidade não pode ser trocada com o homem. Pelo menos não ainda.
E o homem, nessa história? Mudou, de fato. Mas nessa “troca de porrada” a coisa se complicou, pq o homem não está nem de perto nessa parceria feminina, assumindo o papel de um pai mais presente e de um ajudante nas tarefas domésticas, que acabam ainda sob a responsabilidade da mulher. Essa responsabilidade pode ser exercida (ela faz) ou coordenada (ela manda), mas diria que é majoritariamente da mulher, “ainda”.
Não sei qual foi bem a lógica, mas me parece que o homem foi o “modelo de sucesso” que inspirou parte dessa revolução feminina. Modelinho MEEEERDA…. Isso fez com que a galera aloprasse pq o modelo escolhido precisava, para funcionar, de uma contra-partida: uma mulher subserviente. A mulher, ao querer se “igualar” com esse modelo masculino, precisaria tb de uma dose de subserviência masculina… Problema a vista: o homem não era cultural/biologica/contextualmente “preparado” para ser subserviente. E a mulher deixou de ser, nessa iniciativa de revolução (é ÓBVIO que tb não foi “feita” para ser “pisada”)… Voi la: modelo fracassado para os dois lados e guerra dos sexos que se prolonga (e agrava) até o momento.
Resultado: homens perdidos e mulheres alopradas.
O problema não é e nem foi a “revolução”. Foi e é, na minha humilde opinião, na maneira como ela foi feita. Gozar é um direito fundamental; igualdade intelectual e profissional eu nem comento… Qualquer imbecil que hj se atreva a dizer que uma mulher é menos capaz que qq homem é considerado louco, estúpido e levemente retardado. Mas há. Muitos, infelizmente.
Como muito bem disse a Maritza, essa opção que hj a mulher tem é muito teórica. Vc é forçada “pelo sistema” a ser tudo e mais um pouco.
Não que essa pressão seja específica para a mulher. Não é. Homens hj têm que ser gatos, sarados, bem sucedidos profissional e financeiramente, entender minimamente de moda, ser insaciáveis, ter pênis de pelo menos 20cm com ereções de pelo menos 3 horas ininterruptas. Será que dá pra perceber a semelhança com a cobrança com a mulher?
O que muda é que a mulher ALÉM de toda a cobrança que é parecida com a do homem, senão idêntica, ainda tem filhos e o lar para administrar. Pq essa, por n motivos, ainda é culturalmente uma prerrogativa da mulher, no final das contas.
Acho simplista e perigosa a idéia de que a troca de papéis com as mulheres do passado seja vantajoso. Depende muito da casta social, presumo. A tradicional novela de época da globo retrata aquelas “senhouras” que tinham 238 empregadas e “só” administravam a casa, essencialmente. Mas isso era exceção… O que sei da minha família é que minha avó cortava lenha no machado pra cozinhar e passar roupa, com aquele ferro de carvão tosco que muito marombeiro treme pra segurar por mais que 5 minutos. E nenhuma empregada pra fazer porra nenhuma.
A quantidade de trabalho mudou pouco para pessoas que trabalham muito, seja nessa ou nas gerações passadas. Acho que mudaram mais o tipo e a duração do trabalho… Mas a pressão pelo trabalho, essa mudou muito.
Mas a exigência, pela “globalização” do mundo, essa mudou. O discurso escroto do seja competitivo, seja melhor que seu colega, seja PHODDA, seja promovido antes dele. “Saiba se vender” dizem os especialistas em RH e babacas do gênero – ODEIO isso! Sou da época do “o bem que sua mão direita faz a esquerda não deve saber”.
Essa pressão pela perfeição em todos os níveis, da estética ao intelecto: vc TEM que saber a capital da Índia de cabeça, TEM que saber qual foi o último texto do Veríssimo que fez sucesso, TEM que saber o nome de pelo menos uma pintura de Rembrandt, TEM que conhecer alguma coisa de arte, vinhos, literatura, bolsa de valores, sexo, engenharia, cuidar do colesterol e tudo isso sem infartar antes dos 50. Sendo mulher, ainda tem que saber ser mãe e educar seus filhos. Sem desfazer o penteado…
A idéia básica é essa… E aí, meninas? Vcs concordam?
BEIJO!
D.
Sempre ouvi que um dos maiores desejos de um homem, senão O maior, é ir para a cama com duas mulheres. Ou três, eventualmente. Seguindo a mesma lógica, “quanto mais, melhor”.
Eu me lembro bem, devo ter tido esse sonho na época de punheteiro profissional, até uns 14 anos. Depois disso, não tenho lembranças do fato. E não tenho essa nóia, até hj. Não, não sou uma aberração, juro. Nem tô tirando onda de “homem diferente”. É que isso é fruto de cultura, que deriva das experiências que temos ao longo da vida. Justamente o ponto desse post…
Eu tive a enorme sorte de ter minhas primeiras experiências sexuais com o que chamaria de “mulheres experientes”, ou ainda “boas de roda”. Rapaz… Era de gritar “me abre, me fecha, me chama de gaveta”… hehehe Sério, eu suava, literalmente. Dar “conta do recado” era um objetivo gostoso, uma brincadeira, um jogo. E eu me sentia quase num programa de condicionamento sexual. Era PUNK, mas era bom =o)
Isso serviu para me abrir os olhos pra uma coisa CLARA: uma mulher BOA de roda dá uma “surra sexual” em qq homem BOM de roda. Se os dois estiverem no mesmo “nível” de preparo, pode esquecer que não tem jeito: o brinquedinho da mulher é de abrir e fechar. O do homem é de armar. Gozou, abraço. Por melhor que seja o cara, depois da DÉCIMA ele morre. E pode querer controlar a ejaculação, mas uma mulher BOA de roda vai querer ver ele gozando, FATO. Prazer visual… E essa mesma mulher pode ter gozado 10 vezes nas duas ou três primeiras… (não me batam: estou falando das exceções, da galera que SE ACHA – chovem blogs e reportagens sobre o tema por aí)
Entre tantas explicações, uma é a fisiológica. O “potencial” sexual da mulher (que hj a galera tá VENDO) é MUITO maior que o do homem… Ela tem período refratários menores, tem orgasmos múltiplos… Se a parede vaginal aguentar o atrito indefinidademente (é treino e variação individual), abraço: vai matar uns dois ou três supostos BONS em sequência…
E eu tive a sorte de ter tido mulheres “ninjas” nesse quesito… Que me ensinaram que para um homem ser BOM ele não tem que se preocupar em ser BOM – ele tem que ser “esforçado”. Daí a pergunta: será mesmo que um homem – qualquer homem – é capaz de satisfazer DUAS mulheres na cama?
“SATISFAZER”.
Hum… Quantas amigas de vcs reclamam que seus respectivos namorados não estão dando conta do recado? Pois é. Mas ELES se acham deuses do olimpo. E juram que dão conta de 2, 3 ou uma penca. Que venham todas. Típico discurso do “macho supremo”. Tão fodidos, hj a mulherada EXIGE seu prazer, de um jeito ou de outro…
Por isso que eu não tenho essa nóia de duas mulheres. Pq EU quero poder me DEDICAR A uma mulher. Pq eu SEI que eu só vou dar conta de duas ao mesmo tempo se elas não forem “boas de roda”. Aí, sinceramente, eu prefiro UMA SÓ, dessas que te levam ao céu e ao inferno, sem escala pelo purgatório =o)
D.
Vez por outra eu encontro no orkut uns perfis do “casal liberal procura”… Vc vai no “about me” e lê algo que se resumiria assim:
“somos casados, nos amamos e bla bla bla, mas queremos encontrar pessoas liberais para nos comermos frenetica e desesperadamente, mutuamente, como rinocerontes no cio e depois sermos discretos e fingirmos que nada aconteceu até rolar tesão de fazer de novo.”
Ok, sem crise e julgamentos… Cada um faz o que quer com seus próprios orifícios, né?
Mas me chame de quadrado, tosco ou qq outra porra: NEM FODENDO eu topo uma porra dessa com a mulher que chamo de minha namorada/noiva/esposa/amante oficial.
Minha cabeça é quadriculada demais para unir “amor” e “sexo com outro”. A parada é a seguinte: pra mulher que eu digo “eu te amo”, vale a frase: “É minha, ninguém tasca e eu vi primeiro. E se olhar muito te quebro no meio.”
E retrógrado é meu ovo esquerdo, que qdo fica puto empurra o direito pra longe.
Não, eu JURO que não sou ciumento. Mas daí a ver a mulher que eu amo ser comida por outro, não rola. Nem que o boi tatá, a mula sem cabeça, o saci e o curupira me digam que é “cool” ou “cult”. Aliás, odeio ambos.
E se for o tesão dela… Er… Vai continuar sendo. Sorry, mas não dá.
É… Esse negócio de tempo moderno é foda… Homem passando rímel, fio terra, mulher comendo homem… Sei lá: tem horas que eu acho que sou um autêntico “Australopithecus robustus”.
Unga-bunga pra vc.
D.
A tendinite aporrinha… Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca. =o)
*****
Então… Uma coisa interessante de ser professor é sempre ter contato com a molecada. E uma coisa que me chama atenção neste sentido é a diferença que alguns poucos anos fazem em determinados momentos. Aqueles que nasceram um cadin depois dos 80 não sabem quem foi Jerry Lewis, por exemplo. Professor aloprado pra eles, é o Eddie Axel Foley Murphy (eu tb, mas isso soa como auto-propaganda e eu pulo essa parte). Piada, aliás, que eles não entendem… Pq “um tira da pesada” tb já é meio caidinho pra esse povo.
“Denorex” (parece, mas não é); “eu sou vc amanhã” são piadas que a galera BÓIA. E mentex, ainda que exista, não é mais vício da macacada há muito.
Mas o “bizú” por trás do post é o seguinte: da mesma forma que a percepção dessas coisas bobas mudou, mudou mais uma pá de coisas. Exemplo: para aqueles que nasceram na década de 70 e tiveram sua adolescência em meados/fins da década de 80, a AIDS é uma doença LETAL, MORTAL, feia para caraleo e que matou uma galera: Lauro Corona, Fred Mercury, Cazuza, Renato Russo e outros tantos.
Para a galera que nasceu na década de 80 e teve sua adolescência pelos 90, a AIDS é uma doença crônica, que te deixa fodidão e que matou uns carinhas há um tempão.
E isso muda o mundo…
A aderência ao uso do preservativo é pequena, pq entre outras coisas a percepção da doença é muito variada ao longo das faixas etárias. Na real, aqui entre nós: quem NUNCA transou sem camisinha? Esqueça namorados… E tb não estou falando de desconhecidos totais, na esbórnia (apesar de rolar tb, certamente. O álcool ajuda horrores esses expedições em grutas desconhecidas, úmidas e mal-cheirosas)… Estou falando da(o) mulher/cara que estuda contigo há anos, parceiro de várias noitadas que um dia vc olhou estranho e <i>voi la</i> vcs se atracaram com violência voraz até restarem apenas dois corpos suados e exaustos no chão/banco do carro/qq buraco disponível no momento.
Ok, ok. Vc é MEGA responsável e encapou o menino. Ou mandou o cabra encapar, serve tb. Na primeira vez que vcs saíram, foi. Na segunda vez, foi tb. Na terceira quase num foi, mas foi. Na quarta, fodeu-se. Ele/ela já é íntimo… E aí não foi mais…
O problema é que ele/ela come/dá pra vc e mais uma(um). E esse outro faz o mesmo com mais uma ou duas. Que fazem o mesmo com mais um só! Que tb fazem isso com outros dois, cada. Sacou a progressão aí? É sim, uma PG complicadinha, mas é. (Detalhe: tô considerando todo mundo SANTO: dão/comem um ou dois à vez!!! Isso é quase milagre)
Mas ainda assim vc é sinistro(a) e NUNCA deixou de usar camisinha. Ponto pra vc (acho bom aquele “good for you” americano BEM irônico). Mas diga lá: e o oral? É… Fluidos corporais boca-naquilo e aquilo-na boca… Vc já chupou alguém com PVC em cima? Sem contar o ridículo da mumificação peniana/vulvar, pensa na cena: “Peraí, amor. Vou lá buscar o rolin de PVC pra colocar em cima da sua xavasca” (como diz o Ari Toledo). Além do óbvio: eu quero TREPAR, não chupar plástico.
Não, quase NINGUÉM faz. Dizem que fazem, juram que isso e aquilo. Mas na hora do BÃO, nada feito. Testosterona subiu, pau endureceu, abraço pros neurônios masculinos. Fato: não funcionam. Presumo, pela observação do comportamento feminino durante a TPM, que não seja assim tão diferente no universo venusiano.
Pra piorar, no começo a AIDS não deixa marcas nem cheiro, em lugar nenhum. Bem como herpes. Bem como HPV. Vc sabia que HPV é endemia na faixa etária que vai dos 17 aos 35 anos e que boa parte dos contaminados, sobretudo homens, é assintomática? Endemia mesmo: índices (eventuais) de 80% da população contaminada, na faixa que citei. Um dia a casa imune cai por qq motivo e as verruguinhas aparecem… Tirando o câncer de cólo de útero/pênis, “tá tranquilo”. Mas como e de quem vc pegou esse trem?
Por isso que EU já fiz trocentos de exames para HIV. E até hj dá uma dorzinha no coração na hora do resultado, mesmo estando sossegado há um tempo e ajuizado há muito. Mas a chapa no mundo tá quente e é sempre bom saber a quantas anda o “avesso” do meu corpo, né? E aconselho o mesmo para a galera que tá na pista com voracidade: é bom ver a quantas anda, pq o número de infectados continua crescendo, todos os anos.
E ela – a AIDS – ainda continua, como sempre foi, a ser uma doença LETAL, MORTAL, feia para caraleo e que matou uma galera. Continua sem cara, sem coração e sem aviso prévio.
Por isso eu digo que a gente precisa escolher pelo menos um cadinho o cardápio sexual… Como um comentário por aí abaixo, sexo é tão fisiológico quanto beber e comer. Mas a gente escolhe razoavelmente bem nosso rango, né? Vagabundo acha um cabelinho no rango e faz escândalo!!
…
…
Se usar o mesmo critério – a mesma exigência – pra trepar, tá fodido. Vai ter que procurar um cado…
D.
PS.: Não animal, esse não é um post técnico. Não faz sentido subtipar os HPVs e todo esse bla bla bla. Mas sim há artigos que comprovam o que falei acima. Duvida? Pubmed, busque em inglês, please. Mas adianto: o grande “problema” do HPV é sobre sua transmissão não-sexual, discutida por muitos e comprovada por poucos. De resto, tudo é bem direto e reto.
Preciso ser menos burro e comprar copos cujas bocas permitam a passagem da minha mão. Lavar como de boca pequena é uma merda…
Ô…
(tá, tá… nenhuma tendência a contar minhas aventuras domésticas… é a tendinite, juro. tá afetando meu cérebro… hehehe )
D.
Cultura: do Lat. cultura
s. f.,
acto, efeito de cultivar.
do Al. kultur
s. f.,
desenvolvimento intelectual, saber;
utilização industrial de certos produtos naturais;
estudo, elegância;
esmero;
conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores morais e materiais, característicos de uma sociedade;
civilização.
…
Então tá então, né? Tamo fudido, né?
“Hosana nas alturas! Obama venceu o medo do Osama!!!”
ou
“Hosana, Obama! Vença o medo do Osama!!!”
…
Fato. O moço é agora o primeiro NEGÃO presidente dos EUA. Com um discurso… Esperança ou mais do mesmo? Vamos lembrar que, como disse nossa colega Miriam Leitão, o Lula tb tinha um discurso
único, que convenceu justamente em cima da esperança (ou da quase ausência dela).
Vamos aguardar as cenas do próximo capítulo…
Torcemos por vc Obama. Verdadeiramente.
“Yes, we can”
(ok, ok. tem horas que meu humor (???) me supera… tá foda mesmo.)
Ps.: Uma tendinite chata bagaraio está diminuindo minha frequência de posts. Vai melhorar breve, espero eu.
D.